Ex-delegado-geral da Polícia Civil foi executado na segunda-feira
O procurador-geral de Justiça, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, declarou, nesta terça-feira (16/9), que a resposta ao crime organizado será dada “dentro da lei” pelas autoridades de São Paulo no episódio da execução do ex-delegado-geral da Polícia Civil Ruy Ferraz Fontes na segunda-feira, na Praia Grande. O carro da vítima foi interceptado por outro veículo, do qual desceram três homens armados de fuzis para alvejá-lo.
O PGJ classificou a ação como típica de máfia na entrevista concedida aos jornalistas na Assembleia Legislativa, onde ele e o subprocurador-geral de Justiça Criminal, Ivan Agostinho, foram prestar sua solidariedade aos familiares do ex-delegado e aos integrantes da força de segurança. Oliveira e Costa destacou que o Estado não pode aceitar ser desafiado pelo crime organizado. O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) vai apoiar a investigação da Polícia Civil.
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